WhatsApp Fora do Ar

 


Uma das mais poderosas ferramentas de comunicação já criadas, talvez a maior deste século, deixou muitas pessoas e empresas sem ação no dia de ontem.

Sim, criamos enorme dependência das tecnologias. Mas vi muitos comentários debochando deste cenário catastrófico.

São dois BILHÕES de cadastrados no mundo utilizando o Whatsapp. E boa parte deste público tem no aplicativo o desenvolvimento de suas atividades diárias.

São milhões de empresas que centraram suas comunicações pelo Whats, no atendimento a clientes, fornecedores, equipes comerciais e de suporte. Outros mihões de pessoas, profissionais liberais, o utilizam diariamente como seu principal meio para o densenvolvimento de suas atividades. Como piscólogos, a partir da pandemia, sem a possibilidade do acolhimento presencial, passaram a atender seus pacientes virtualmente. Milhares de órgãos públicos passaram a prestar serviços mais rápidos e eficientes aos cidadãos, através do aplicativo, como marcação de consultas em postos de saúde, auxiliando os contrinuintes no encaminhamento de suas demandas. Jornalista trabalham direto no agendamento de pautas, buscando notícias e contatos com fontes, para a realização de matérias, programas, entre outros.

Portanto, minizar ou ridicularizar, é de profundo mau gosto, para dizer o mínimo.

Claro que muitos utilizam apenas para abobrinhas, disseminação de "fake news" e destes, ontem, tivemos uma pausa.

Sim, nossa dependência de apenas uma ferramenta tem este inconvenitene de nos deixar "pendurados no pincel", quando ocorre um problema e devemos tirar uma lição do episódio, buscando outras alternativas, segundas e terceiras opções, capazes de manter nossas atividades.

Ah, mas podes usar o telefone, pode usar o SMS, podes usar o email. Claro que sim, porém, nem sempre é possível, num mundo cada vez mais conectado em suas redes Wi-Fi, em locais onde o sinal das operadoras de telefonia é ruim.

Enfim, minha solidariedade a todos os profissionais e empresas que sofreram ontem grandes prejuizos em suas atividades, além dos prejuízos financeiros, que dificilmente poderá ser estimado.

Silvio Luiz Belbute
Jornalista e sociólogo
MTb 0018790/RS