No dicionário do governo, acordo e entendimento não são sinônimos

Depois de muitas falácias e narrativas mentirosas, o orçamento foi parcialmente aprovado, com manutenção do veto 52.
O governo e principalmente Bolsonaro insistem em dizer que "não fizeram acordo com o Congresso", tratou-se se um "entendimento".
Ora, o general Ramos - braço direito do presidente - vem negociando com o Congresso, com Rodrigo Maia e Alcolumbre, desde sempre. E isto é saudável.
Buscar consenso, através de acordo, de entendimento, não é crime. Não significa corrupção.
Mas Bolsonaro segue agradando sua claque e mentindo descaradamente.
No final das contas, pelo ACORDÃO entre governo e Congresso, dos 30 bilhões de reais, 14 milhões voltam para o tesouro e 16 bilhões ficam com o Congresso.
Pessoalmente sou contrário a estas emendas parlamentares e de bancadas.