Bolsonaro demite o "Goebbels" de seu governo - 17/01/2020

Não acredito em coincidências, muito menos em "contexto retórico". O senhor Alvim - talvez use este nome em referência a Alvim e os esquilos, tamanhas trapalhadas que promoveu em seu periodo no cargo, como secretário de cultura - citou Goebbels, num cenário pronto, com imagem do presidente ao fundo, cruz sobre a mesa, bandeira do Brasil ao lado e o som fundo um das obras favoritas de Adolf Hitler.
É inaceitável utilizar citações nazista por um membro de um governo que se pretende democrático. Assim como é inaceitável a citação de comunistas. Lembro que, assim como os nazistas assassinaram mais de 15 milhões de pessoas - sim, 6 milhões de judeus, mas também negros, ciganos, gays - os comunistas - Stalin, Mao, Fidel - assassinaram mais de 100 milhões.
Agiu corretamente o presidente em demitir seu secretário de cultura. Agiu rapidamente, como deveria ser em qualquer situação.
A cultura forma o cidadão. Toda cultura é uma forma de expressão livre da sociedade. Podemos gostar ou não de uma música, de uma obra de arte, de uma peça de teatro e de outras manifestações. Mas são estas manifestações que formam o povo. Então, se o senhor Alvim usa Goebbels, num cenário pronto, apenas manifesta a sua formação cultural.
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